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O Projecto Labirinto nasceu pouco antes do novo milénio, em 1997.
Nasceu da vontade de inovar ao nível da divulgação da informação.
IDEIA
A construção de um labirinto, tamanho real, simbolizando o sistema educativo e onde os jovens pudessem recolher a informação que lhes interessasse.
1998
Com o apoio do PRODEP, Medida 1.4., num projecto comum dos Serviços de Psicologia e Orientação de duas Escolas Secundárias do Concelho de V.N. de Famalicão (D. Sancho I e Camilo Castelo Branco), foi elaborado o projecto
"LABIRINTO DAS OPÇÕES DE FORMAÇÃO APÓS O 9º ANO DE ESCOLARIDADE", que veio aprovado em 1999 e concretizado, contando ainda com o apoio do Centro de Emprego, da Câmara Municipal e de algumas empresas da região, durante esse ano civil. Dessa experiência concreta e extremamente rica foi possível estabelecer e sistematizar alguns pontos de partida para a realização de actividades de exploração vocacional para jovens.
A Filosofia do Labirinto
Da reflexão realizada com base nesta experiência surgiram alguns pressupostos que consideramos essenciais no Projecto Labirinto que entretanto se iniciou, sob a coordenação geral da ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, SA, e para a aplicação que vamos desenvolver, aqui designada por
"Labirinto Virtual", incluída no Projecto PORTEDEJO como uma das suas acções principais:
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Mais do que dar a informação é importante levar o jovem a procurá-la, a envolver-se no processo de pesquisa, a vivenciar situações e a gerir decisões.
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A imprevisibilidade e o constante desafio são princípios fundamentais a respeitar na planificação e elaboração dos materiais e actividades.
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A motivação para a pesquisa passa por construir materiais atractivos, simples, interactivos e que usem fundamentalmente novas tecnologias e formas não comuns de comunicar. É fundamental fomentar a curiosidade dos jovens e levá-los a procurar a informação de uma forma participativa, envolvente e desafiante. Não é a informação em si que muda, mas sim as formas de divulgação, os contextos e os meios a utilizar.
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A metodologia de base será sempre de acção-reflexão, procurando que o jovem não necessite de apoios específicos para realizar a reflexão, pode consegui-lo sozinho ou partilhando com os pares.
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Não se pode nunca esquecer as características da população actual. Os sistemas de divulgação da informação têm que se adaptar aos jovens de hoje.
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As mensagens devem ser curtas e claras.
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A imagem é determinante
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O processo tem que ser desafiante, em "espiral" crescente de dificuldade
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O sentido de humor e a surpresa são essenciais
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Mais tecnologia que papel
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Rapidez de resposta às questões
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A informação tem que ser organizada de forma a responder às necessidades dos jovens, dos pais e dos técnicos.
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E, finalmente, que não é preciso
"inventar" nada de novo, mas sim criar novas formas de o reproduzir e divulgar de maneira a ser efectivamente processado por quem necessita dessa informação. Para isso, quem necessita da informação deve ser parte activa no processo.
Os princípios básicos serão:

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